“A paixão da verdade semelha, por vezes, às cachoeiras da serra. Aqueles borbotões de água, que rebentam e espadanam, marulhando, eram, pouco atrás, o regato que serpeia, cantando pela encosta e vão ser, daí a pouco, o fio de prata que se desdobra sussurrando na esplanada. Corria murmuroso e descuidado, encontrou o obstáculo,cresceu, afrontou-o, envolveu-o, cobriu-o e afinal, o transpõe, desfazendo-se em pedaços de cristal e flores de espuma...” (Rui Barbosa)

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